«Yamamay» de Javier Gallo consegue sua decimotercera vitória na Copa Castro de Vela

«Yamamay» de Javier Gallo consegue sua decimotercera vitória na Copa Castro de Vela

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La tripulación del "Yamamay" en la terraza del Real Club Náutico de Castro Urdiales

A tripulação do "Yamamay" no terraço do Real Club Náutico de Castro Urdiales

O ‘Yamamay’ de Javier Gallo del Real Club Marítimo de Santander... não é um navio nada supersticioso. Com a obtida na 111a edição da Copa Castro já soma treze vitórias absolutas: em 2000, 2001, 2002, 2006, 2009, 2011, 2012 e 2018... após o First 40 cántabro ficaram o 'Kenex V' de Ignacio Giménez e o 'Gaitero' de Juan Valdivia (ambos com 6 pontos), que completaram o pódio pela frente do 'Despeinada' de Carlos Maidagan, do 'Akelarre' de Mauricio Guibert e do 'Maitena' de Mikel Emaldi.

O navio santanderino foi o melhor na classe A, como foi o ‘Kenex V’ de Laredo na B, e os vizcaínos do ‘Ramper’ de Jairo López de Guevara na classe C e do ‘Mandovi’ de Ramón Zubiaga entre os monotipos J 80. Enquanto o ‘Taramay’ castreño de Roberto Llano venceu em First Class 8 e o ‘Blau’ de Alejandro Ramos na classe Open.

Por classes, o ‘Yamamay’, tripulação do Real Club Marítimo de Santander, superou na divisão A ao ‘Despeinada’ de Carlos Maidagan, ao ‘Akelarre’ de Mauricio Guibert, ao ‘Maitena’ de Mikel Emaldi, ao ‘Uso Zuria’ de Javier Onaindia e ao ‘Rat Pack’ de Javier Chávarri. Por seu lado, o 'Kenex V' de Ignacio Giménez, segundo na geral, foi primeiro na classe B empatado a pontos com o 'Gaitero' e pela frente do 'Go Blue', 'Mingus', 'Modark' e 'Free Spirit' nos seguintes postos da classificação.

Já na classe C, terminou primeiro o ‘Ramper’ de Jairo López de Guevara, superando o ‘Txankletas’, ‘Katxiporreta’ e ‘Emilu’. Por seu lado, o ‘Mandovi’ de Ramón Zubiaga (2 pontos) conservou sua liderança na classe J 80, seguido pelo ‘Katxoka’ de Gonzalo Díaz-Munio (6 pontos) e o ‘Alpega’ de Afonso Churruca, o ‘Vissi’ de Marcelo Fernández e o ‘Katxarro’ de Roberto Roma (os três com 9 pontos). O 'Taramay' foi feito com o líder final em First Class 8, com o 'Moss', 'Saetta' e 'Kosamui' a seguir. O 'Blau' ocupou o mais alto na classe sem certificado, com o'Kantarepe Iru' segundo.

08/09/2018: O santanderino «Yamamay» líder da Copa Castro no termo do primeiro ato

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O ‘Yamamay’ de Javier Gallo, mais uma vez o principal favorito ao triunfo final, é líder da Copa Castro 2018, em sua edição 111a, após a primeira prova de 16 milhas celebrada entre Getxo e a localidade cántabra com ventos do nordeste e uma máxima de 18 nós. O navio santanderino ganhou na classe A, como os vizcaínos do ‘Gaitero’ na B, do ‘Ramper’ na classe C e do ‘Mandovi’ entre os monotipos J 80, enquanto o ‘Moss’ ganhou em First Class 8 e o ‘Blau’ na classe Open.

O ‘Yamamay’ tripulação do Real Club Marítimo de Santander, é novamente a grande candidata a levantar o precioso troféu da Copa Castro ao ser líder da general e superar na classe A ao ‘Akelarre’ de Mauricio Guibert, ao ‘Maitena’ de Mikel Emaldi, ao ‘Despeinada’ de Carlos Maidagan, ao ‘Uso Zuria’ de Javier Onaindia e ao ‘Rat Pack’ de Javier Chávarri. Por seu lado, o ‘Gaitero’ de Juan Valdivia, segundo na general, é primeiro na classe B pela frente do ‘Kenex V’ de Ignacio Giménez e do ‘Mingus’ de Jon Garai, com o ‘Go Blue’, ‘Modark’ e ‘Free Spirit’ nos seguintes postos da classificação.

Já na classe C, aparece primeiro o ‘Ramper’ de Jairo López de Guevara, com vantagem em relação ao ‘Txankletas’, ‘Katxiporreta’ e ‘Emilu’. Por seu lado, o ‘Mandovi’ de Ramón Zubiaga foi o mais destacado na classe J 80, seguido a 6 minutos após o tempo compensado pelo ‘Freus’ de Christian Jauregui, enquanto a 11 minutos se classificou terceiro o ‘Katxoka’ de Gonzalo Díaz-Munio. O ‘Moss’ de Rafael Prada, de Castro, é líder em First Class 8 com o ‘Taramay’ e ‘Kosamui’ como rivais; e o ‘Blau’ ocupa o mais alto na classe sem certificado.

Este domingo disputa-se a jornada decisiva da Copa Castro 2018 em águas de Castro Urdiales, após o percurso inicial desde Getxo na primeira jornada.

05/09/2018: A Copa Castro, uma das mais lendárias da vela espanhola, em cena entre Getxo e Castro

Organizadores y autoridades con la histórica Copa Castro

Organizadores e autoridades com a histórica Copa Castro

A Copa Castro, a regata que une Getxo com Castro Urdiales, celebra-se em 8 e 9 de setembro, que organiza organiza organiza o Real Club Marítimo do Abra-Real Sporting Club e o Real Club Náutico de Castro Urdiales... como é tradição nos últimos anos, dois são os testes puntuables com em um percurso online entre Getxo e Castro de 17 milhas a primeira... enquanto a segunda no domingo será já uma regata técnica com um triângulo olímpico em águas de Castro Urdiales de cerca de 12 milhas.

O ‘Yamamay’ é o principal favorito da vitória, enquanto o ‘Go Blue’, ‘Mingus’, ‘Maitena’, ‘Akelarre’, ‘Despeinada’, ‘Rat Pack’ ou ‘Gaitero’ também aparecem entre os aspirantes. O horário previsto de saída de ambos os testes é às 13h00. Além disso, o final da Liga Vasca 2017-18 de Cruzeiros, que se resolverá entre os três primeiros classificados até o momento: ‘Maitena’, ‘Akelarre’ e ‘Gaitero’.

A Copa Castro está sempre exposta no clube vencedor da última edição: o Real Club Náutico de Castro Urdiales se o vencedor é um navio cântabro; e no Real Club Marítimo do Abra-Real Sporting Club se o que se impõe é um navio basco. Este ano o troféu tem presidido o clube cántabro após a vitória do ‘Yamamay’ de Javier Gallo na última edição de 2017. A tripulação cántabra sabe muito bem o que é levantar o precioso e clássico troféu que recebe o triunfador de um teste que data de 111 anos atrás. O navio do Real Club Marítimo de Santander superou na general final da classe A ao 'Symphony' e ao 'Maitena'. Na classe B impôs-se o ‘Gaitero’ de Juan Valdivia, com o ‘Go Blue’ segundo, enquanto o ‘Lasai’ de Gonzalo Arnal na classe C, o ‘Taramay’ de Roberto Llano na classe First Class 8 e o ‘Vissi’ de ‘Marcelo Fernández’ na classe J 80, foram o resto de vencedores.

A Copa Castro é uma das competições a vela mais antigas das que se disputam no país e figura como a primeira regata de cruzeiro (em travessia) organizada por um clube de vela espanhol. Foi criada pelo Real Sporting Club em 1907 com um percurso que discorreu entre os portos de Getxo e Castro Urdiales. É um caso único na vela espanhola, já que se trata de um troféu doado por todo um povo -Castro Urdiales - e adquirido por assinatura popular entre seus vizinhos. O desaparecimento do troféu, em 1973, durante o incêndio da sede do Real Club Marítimo do Abra, pareceu marcar o final definitivo desta regata que já superou com cresces seu centenário. Mas o teste foi recuperado na década de 90 do século passado. Depois, foi o próprio troféu, do qual em 1999 se realizou uma réplica idêntica à doada pelo povo de Castro em 1908.

A primeira edição foi convocada para 4 de setembro de 1907, embora tenha havido que descontinuar por imposição da Comandancia de Marina devido a um aviso temporário. A regata finalmente disputou alguns dias mais tarde, sem que fosse registado para a posteridade o nome do primeiro vencedor. Paradoxicamente, esta primeira edição é anterior à criação da Copa, que foi doada um ano mais tarde pelo povo de Castro. Seu custo foi suportado por assinatura popular. Segundo relata Juan Manuel Zubiría em seu livro do Real Sporting Club: “É um pedaço de prata impressionante, um troféu muito da época”. O troféu representa um marinheiro segurando uma boia no alto.

A importância da regata em seus primeiros anos ficou refletida na participação de honra que teve sua em segunda edição, disputada em 1908. A Família Real, com Afonso XIII à cabeça, tomou parte na mesma - não foi sua última presença nesta regata -, e teve uma carinhosa recepção no povo de Castro. Como mostra disso, o Príncipe das Astúrias e o Infante Don Jaime foram nomeados nesse ano Socios de Honra. A primeira edição em que há registro do vencedor foi em 1909. Ele impôs-se o veleiro 'Slec', do Real Club de Regatas de Santander, e propriedade do Marquês de Comillas. Com tantos anos de história, a Copa Castro acumula inúmeras vicissitudes e suspensões. Entre estas últimas encontram-se as lógicas impostas pelas diferentes guerras, embora destacam as obrigadas pelos sucessivos desaparecimentos que suportaram o troféu. A primeira chegou na sequência da Guerra Civil. Após a disputa, os responsáveis do Clube deram por perdida a Copa, que desapareceu do lugar onde havia sido guardada. Tão misteriosamente como desapareceu, voltou a aparecer nos anos sessenta durante uma limpeza rotineira das adegas do Sporting Club. Em 1973, o precioso troféu desapareceu novamente durante o incêndio do Real Club Marítimo do Abra e ainda continua em paradeiro desconhecido. Devido a isso, a que se outorga na atualidade é uma réplica daquela, doada de novo pelo povo de Castro Urdiales representado pela sua prefeitura.

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