Começa a conta para o Mundial de Snipe que organiza o Náutico da Corunha

Começa a conta para o Mundial de Snipe que organiza o Náutico da Corunha

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Imagen del Europeo de Snipe 2016 celebrado en aguas españolas, en Santiago de la Ribera

Imagem do Europeu de Snipe 2016 realizada em águas espanholas, em Santiago de la Ribera

O Real Club Náutico da Corunha organiza no início de agosto os Mundiales de Snipe. A citação juvenil e a absoluta reunirá em águas herculinas a mais de duzentos regatistas, provenientes de 18 países diferentes.
A atividade não cessará ao longo dos primeiros dias do mês que vem. As primeiras regatas do Mundial juvenil estão previstas para 3 de agosto, quinta-feira, mas já 1 e 2 haverá muito movimento no Parrote, onde se instalará o “village”, com as pertinentes medidas. Estão previstas quatro jornadas de regatas, com um máximo de 2 por dia, até ao domingo 6 (em que só haverá uma, até completar um máximo de 7 testes), quando se conhecerá ao padrão e ao tripulante que se coronem como campeões do mundo de categoria juvenil. Representantes do Brasil, Espanha, Grã-Bretanha, Japão, Peru, Portugal e Estados Unidos competirão neste campeonato. No total, 21 tripulações lutarão nesta competição.

E já no dia sete começará o Mundial absoluto, que se prolongará, em cinco dias, até o dia 11. Como no jovem, também se realizará duas mangas por dia, se o vento o permitir, e um último dia, até um máximo de 9 regatas. Participarão atletas de 17 países (Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Peru, Polónia, Portugal, Porto Rico e Estados Unidos. 83 tripulações encherão a baía coruñesa.

O Real Club Náutico da Corunha concebeu dois campos de regatas (um interior frente à praia de Bastiagueiro e outro mais exterior através do Seixo Branco para o desenvolvimento da competição, o que permitirá seguir os testes a partir de diferentes pontos da baía coruñesa. Quanto aos regatistas mais destacados, não faltará à citação o vigente campeão absoluto, o brasileiro Mateus Tavares, que defende a coroa conseguida há dois anos em Talamone (Itália). E também não o seu compatriota Bruno Bethlem, que foi feito com o título nas edições de 2009 em San Diego (Estados Unidos) e de 2013 em seu país, concretamente no Rio de Janeiro.

Também haverá que seguir muito de perto as evoluções do americano Augie Díaz, campeão do mundo em 2003 na Landskrona (Suecia) e em 2005 na Gamagori (Japão). O argentino Luis Soubie, o brasileiro Alexandre Paradeda, o portorriquenho Raúl Rios ou o americano George Szabo serão outros dos padrões que aspiram aos primeiros postos. As melhores baças espanholas estarão em Raúl Valenzuela e Rayco Tabares, sem esquecer as duas tripulações do Náutico coruñés formada por Marcos Míguez e José Ramón Pardo, e a de Juan Cajade Frias e Víctor Fernández Vidal.

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